terça-feira, 8 de junho de 2010

Tempo de namorar




Tempo de Namorar




O batimento descompassado do coração, uma certa ardência no rosto e uma ansiedade na alma pode ser sintomas de um proeminente ataque do coração, mas na verdade é uma deliciosa sensação que experimentamos ao ver a pessoa que nos interessamos chegar. Mas será que estou falando de algo que não mais sentimos? Será que hoje ainda ao ouvirmos uma música nos lembramos da pessoa amada? Guardamos o papel da primeira bala, o ticket do primeiro cinema junto? É romantismo ultrapassado?

Muitas vezes embalados pela pressa do tempo em tudo ter e pouco ser, em superar limites e alcançar grandes vôos, época de fast foods, perdemos o saborear das descobertas, dos sentimentos singelos que levam uma vida toda para ser apreciado em meio a tudo que acontece no mundo e a nossa volta.

Nós, pais modernos, deixamos nossos filhos muito pequenos serem bombardeados pela massa sensualizada das músicas, das novelas, da nossa falta de paciência. As crianças entram na maternal e perguntamos: Quem é seu namoradinho? Ela vai crescendo e começam as preocupações e as proibições que sem perceber perdem espaço ao conformismo e a falta de senso crítico...

Se buscamos sucesso profissional e financeiro, buscamos o sucesso amoroso também. Então nas baladas, nos enchemos de energéticos para não dizer outra coisa, e testamos todas meninas e todos garotos. É o ficar descompromissado, nem sempre inconseqüente. É do ficar do beijo ao ficar do sexo. Puro prazer, vazio de amor. Pior, vazio de amor próprio.

O tempo de namorar começa na adolescência e nunca termina. É o segredo daqueles que usaram o tempo de conhecer o outro com objetivo de construir uma vida. Vida que tem dores e desencontros, mas que tem porto seguro, mão estendida e beijo velado. Simples cumplicidade. É não estar só, porque mais que trocar beijos e desejos, é trocar sonhos e anseios.

O meu desejo é que todo dia seja dia de namorar. Namorar que é conhecimento, que é conquista de si e do outro. Que é preparação para uma vida junto, construída todo dia, dividindo as dores e multiplicando as alegrias.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

Todos a Aparecida!

Nenhum trabalho pastoral pode ter sucesso se não cuidar, também, da oração. É na oração, quer particular, quer comunitária, que nos renovamos espiritualmente e alimentamos nossas forças para enfrentarmos os problemas e desafios apresentados pelo serviço à Igreja. Com a Pastoral Familiar não é diferente, e está se aproximando um dia especialmente programado para sua oração.

No próximo dia 30 de maio, a Pastoral Familiar promove a 2ª Peregrinação Nacional das Famílias. O Santuário Nacional de Aparecida foi novamente escolhido para acolher o evento, tanto por ser centro de devoção mariano, como pela sua importância na religiosidade no cenário brasileiro.
O objetivo da 2ª Peregrinação Nacional das Famílias é incentivar o anúncio do Evangelho na Família e reafirmar o seu valor e a sua identidade, baseados no casamento aberto ao serviço em favor da vida. A peregrinação tem duas linhas gerais de ação: promover o respeito à vida humana e valorizar a família no seio da Igreja, da cultura e da sociedade civil.

A 2ª Peregrinação Nacional das Famílias, cujo tema é “Família, Formadora de Valores Humanos e Cristãos” visa fortalecer a família como lugar onde se aprende a viver verdadeiramente, a valorizar a vida e a saúde, a liberdade e a paz, a justiça e a verdade, o trabalho, a concórdia e o respeito e quer, também, explicitar a familia como o espaço mais eficaz para se introduzir os valores humanos e cristãos.

As coordenações arquidiocesana, regionais e paroquiais da Arquidiocese de São Paulo foram convocadas para levar um grande número de peregrinos, pois estamos bem próximos de Aparecida. Nossa paróquia pretende comparecer com uma caravana de dois ônibus. O transporte será subsidiado pela Pastoral Familiar e a inscrição custará R$ 15,00, preço da camiseta alusiva ao evento e que todos os peregrinos deverão vestir. As inscrições podem ser feitas na Secretaria da igreja ou pelo site www.paroquiasantateresinha.com.br, onde também se encontra o programa completo e maiores informações.

Esperamos vocês!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Defesa da Vida



Adoro ficar observando a natureza e tudo que nela há. Se vou a praia, posso ficar um tempão sentindo a brisa do mar. Se vou para o interior, é um delícia o perfume do Manacá, o burburinho das maritacas na jabuticabeira. Aliás, falando em jabuticabeira, outro dia que fui a casa de minha mãe em Minas. Era o final da época e tinha umas últimas jabuticabas no alto do pé. Já era o entardecer e não tive dúvidas. Subi no pé para apanhar algumas. Não é que as galinhas do vizinho começaram a empolerar no pé e queriam que eu descesse. Dei risada sozinha. Galinha chata que não sabe que é proibido criar galinhas na cidade e ainda mais invadir o quintal da vizinha.

Mas isto tudo que estou falando, são alguns sinais de que vivemos e moramos num planeta que é Vida. Hoje em dia então, até as empresas estão preocupadas com a sustentabilidade. Até bancos que te cobram por tudo, e só vêem cifrão quando te olham, vem com a história de papel reciclado. Como se apenas isto salvasse a humanidade. Ou melhor, que isto fosse por si só preservar o Planeta.

É tudo louvável e importante, sem dúvida. E graças a Deus que hoje começamos a ter esta consciência. Mas vamos pensar com simplicidade: A natureza responde aos maltratos que nós, homens, fazemos a ela? Quanto mais a nós mesmo.


Há tanta preocupação em melhorias e muitas vezes nos perdemos no caminho verde, e esquecemos que o primeiro a ser salvo de nós mesmo, somos nós. Esquecemos que a maior riqueza que Deus nos deu em forma de dom é a Vida. A própria Vida do ser humano. Com discurso fraco de que somos donos de nosso corpo, muitos lutam pelo aborto. Sei que é tema polêmico. Mas o direito a vida é de todos. Não somos senhores do nosso próprio corpo. O novo ser que nasce dentro de nós mulheres, é fruto da lei natural. É novo DNA. Uma nova personalidade. Espere só nascer para ver como é senhor do próprio nariz. Ainda no ventre materno age de maneira totalmente diferente do irmão. E do irmão do mesmo pai. Até gêmeos são diferentes.

Tive a felicidade de ser mãe três vezes. Cada gestação, uma reação, um mexidinha diferente. Um sentir totalmente novo.


Em março participamos da marcha em Favor da Vida. Reunimos 15 mil pessoas de várias religiões. Uma passeata ecumênica. Foi um dia lindo. Só para dizer que estamos na luta para defender a Vida em toda circunstância.



Vamos ficar atentos a toda defesa da Vida e muito especialmente ao ser humano. Que ele seja sempre defendido e que não nos deixemos ser levados a corrida maluca de cientistas que muitas vezes brincam de ser deuses em vez de efetivamente defender a Vida. Vida em plenitude, Vida em toda e qualquer circunstância.


sábado, 20 de fevereiro de 2010

A família ideal


Quantos questionamentos podemos fazer a partir desta frase: Família ideal.

Penso que todos nós idealizamos uma família. Desde pequenos queremos que nossa família seja a mais legal, a mais bonita e a mais bem sucedida. E quando entramos na escola, bem pequenos, começamos a achar que a família do amiguinho é muito melhor que a nossa. Na adolescência é a mesma coisa, ou pior ainda: Somos inclinados a achar que família é um porre e que se o mundo fosse povoado somente por amigos, seria um paraíso. Passada a fase da juventude em já nos tornamos auto-suficientes e os supra-sumo do conhecimento, família passa a ser um enfadonho compromisso nos aniversários e compromissos sociais.
Então nos casamos e vem os filhos. - Nossa! Como pode ser? Eu cheio de boa-vontade e conhecimento e o filhinho do meu amigo é muito mais educado. Meu filho só chora, faz birra e quer tudo o que vê no shopping. Fico pensando em como ele pode ser mal agradecido quando trabalho de domingo a domingo para dar comida, escola, brinquedos caros, etc, etc. O problema é da minha mulher que não cuida direito da educação e ainda vem a mãe dela dar palpite.
...E ela pensa exatamente como ele. É tudo culpa do folgado que não ajuda em nada em casa. Vou me separar porque sozinha conto comigo mesma e vai ser muito melhor.
O casal se separa, casa de novo e nada das coisas melhorarem...

E voltamos à família ideal. Onde está, e como é esta família? Existe mesmo?

Dom Joaquim Carrera nos alerta que a família ideal é onde todos se esforçam para se amar e se respeitar.
A possibilidade, então, da família ideal deixa de ser do outro e passa a ser minha. A partir do meu Encontro com Deus, em que O escuto e deixo que Ele opere em mim sua vontade. Da minha fé.

Olhar o outro com olhos de amor, de aceitação. É óbvio que podemos expressar nossas emoções e muitas vezes corrigir o rumo de nossas vidas. Mas com compreensão, com amor. É um exercício diário e constante. Difícil. Um dia mais atento, no outro nem tanto, mas certos de que nas mãos de Deus tudo podemos.

Acabo de me lembrar de uma passagem que Santa Teresinha relata no livro História de uma Alma. Ela conta que tinha uma freira no convento que ela não gostava muito e que era recíproco, porque a freira também não gostava dela. E um dia por inspiração de Deus ficou pensando sobre sermos criados a imagem e semelhança de Deus. Como podia aquela freira ser a imagem de Deus? Mas Teresinha se auto-propôs um exercício: Ao olhar para aquela irmã sempre veria a face de Deus. E assim fez. Sempre que passava com ela, se esforçava para ver a Imagem de Deus e sorria para ela, cumprimentava, respeitava. Ela se esforçou em amar e respeitar e a relação das duas mudou.
Acho que é isto que Dom Joaquim quis nos dizer no encontro de formação nas Paulinas na última quinta-feira (18/02/10): A família ideal é onde todos se esforçam para se amar e respeitar.

E fica a pergunta: Quanto estou me esforçando para minha família ser melhor?

Os encontros com Dom Joaquim sobre Pastoral Familiar acontece dia 24/02, 03/03 e 18/03. Às 19:30h no auditório das Paulinas na Ana Rosa. Estão todos convidados!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Quando nossos filhos casam.


Muitas vezes precisamos experimentar certas situações para entender o plano de Deus. Bom seria se fosse diferente, mas a vida é assim.

Por isto, hoje estou pensando nos pais que tem seus filhos crescidos e que irão se casar. Então me veio a mente esta passagem da Bíblia: ... o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne (Gn 2,24).

E por que estou pensando nisto? Simplesmente porque tenho mais uma filha se casando e nós pais desejamos do fundo do coração que nossos filhos sejam os mais felizes e os mais bem sucedidos na vida. E ainda temos a ousadia de achar que temos todas as respostas e todos os caminhos para felicidade deles. Certamente não lemos a Bíblia, ou não entendemos projeto de Deus e ainda esquecemos do nosso passado de recém-casados.

Nós pais precisamos entender que agora chegou o tempo de realizar a obra de Deus e que no casamento serão uma só carne, ou seja, inicia a vida familiar deles. Haverão momentos de divergências e ajustes. Eles casam com uma bagagem grande demais e aos poucos vão ajeitando tudo conforme a sua vontade. Casam com nosso jeito de ser, com as experiências vividas, com os sonhos, com as frustrações que carregam desde o berço. Esta é a bagagem deles que terão de arrumar, moldar e fazer caber na nova casa. Pode até ser que algumas coisas deixarão para trás...mas nós já mais velhos, não gostamos de jogar nada fora né? Tantos apegos...

E ai vem Deus e diz o impensável, como será que Ele ousou dizer: Deixará pai e mãe...

Nós não fomos preparados para este momento: Mas são meus filhos! Mas coitadinha de minha filha, como vai dar conta sozinha da casa e trabalhar? Nossa! O que ganham não vai dar para despesas, é melhor fazerem compras no mercado X. Mas as roupas dele eu lavava com amaciante Y e agora ela quer K. Não! O meu feijão deixo de molho na véspera. Como? Não tem feijão? Ele vai emagrecer, vou fazer pelo menos almoço todo domingo para eles. Só quero ajudar.

E assim, a lista de coisas a se intrometer vai ficando grande.

Vou repetir: "Deixará pai e mãe".

Aqui começa o projeto de vida a dois. E este projeto é Divino e deve ser eterno. A novidade para nossos filhos é muito maior do que para nós. Agora nos resta confiar naquilo que plantamos. É a hora do maior exercício de amor: Aceitar os projetos deles. Aceitar o jeito deles construírem seu lar. Apoiá-los nas decisões, nos erros e nos acertos. Estar ao alcance deles sempre que precisarem e sem o velho e inconveniente "mas eu sabia ou eu avisei".

E Deus é mesmo maravilhoso para conosco: Nossos filhos se casam, não farão mais parte do nosso dia a dia em casa. Mas nos deixam momentos único gravados no coração (nascimento, primeiro dia das mães, dos pais, primeira cartinha, as bagunças e farras são histórias engraçadas, formatura, etc).

Mas levam consigo muito de nós. Desde DNA até certas manias. E quando chega o momento certo vem os netos para nos dar a possibilidade de nos renovar, amar e mimar.

E agora que nossos filhos cresceram, chegou o tempo de alegria e reviver nossos momentos de vida a dois.
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Deus seja sempre louvado!



terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Diferença entre Casamento e Matrimônio

Todos dizem que um dos grandes problemas atuais é a criação de crianças e jovens em famílias não estruturadas. A eles faltam as referências de virtudes e valores transmitidos, ensinados e praticados no relacionamento sadio entre pai, mãe e filhos.

Uma boa maneira de iniciar uma família bem estruturada é com o matrimônio, não o casamento. Muitos casais hoje “se juntam”, casam com a perspectiva consciente ou inconsciente do “se não der certo, separo”. Estão casando-se com seu projeto de vida, com seu egocentrismo, com a busca egoista da sua felicidade. E isto ocorre, inclusive, na maioria dos casamentos celebrados na Igreja, que não são válidos como matrimônio diante de Deus, pois não existe o “sacramento do casamento”.

Cristo nos oferece o sacramento do matrimônio, onde “o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne” (Mt 19,5; Mc 10,7; Ef 5,31; Gn 2,24). Ser uma só carne significa doação integral, projeto de vida comum, geração, criação e educação dos filhos e conquista da felicidade na busca da felicidade do outro. E mais: no sacramento convidamos Cristo a fazer parte do nosso matrimônio, que passa, na verdade, a ser a três: marido, esposa e Deus.

Convocamos os casados a assumirem seu matrimônio. Os que se juntaram, venham à Igreja e procurem o Sacramento do Matrimônio. A Pastoral Familiar pode orientar e ajudar vocês. Os que se “casaram na igreja”, renovem seu compromisso matrimonial. Mesmo um matrimônio inválido no momento de sua celebração pode ser convalidado por uma vida de testemunho e dedicação de um cônjuge para o outro e para os filhos.

Aos jovens, já a partir da adolescência, convidamos a conhecer o sacramento do matrimônio e refletir sobre a família e temas ligados, tais como castidade pré-matrimonial, procriação e bioética, criação dos filhos, planejamento familiar, contracepção e outros. Fiquem atentos, pois a Pastoral Familiar, em conjunto com outras pastorais da nossa paróquia, vai oferecer palestras, cursos e outros meios para ajudá-los nesta empreitada.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Amar sem gostar?

Neste meu permanente processo de conversão, tive muitas dificuldades quando deparei com o principal mandamento – "Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento” (Mt 22,37). Minha dúvida elementar, igual à de tantos outros, era como amar tão profundamente alguém que eu não via. Quando, então, colocava Deus junto dos meus entes mais queridos – minha esposa, meus filhos, meus pais – e comparava o amor que sentia por cada um deles, me perguntava: - Como amar Deus mais que eles?

Passei a procurar a resposta onde ela deveria estar – na sagrada escritura, e perguntando, aqui e ali, a pessoas de vivência na fé mais profundas e mais antigas que a minha. Antes que esta resposta fosse gerada em mim, ainda me perturbei mais ainda, ao ler Lc 6, 27-36. Cristo ali pede, com todas as letras, sem margem para outras interpretações, que amemos nossos inimigos, que falemos bem de quem fala mal de nós, que oremos pelos nossos caluniadores, que demos o que temos para quem nos pedir e até a quem nos toma, que revidemos à bofetada ofertando a outra face! Como é possível isto? Como eu vou amar, como eu vou gostar de alguém que me deseja ou faz o mal?

Levou alguns anos, mas descobri qual era meu erro. Eu achava que para amar era necessário gostar. Ou seja, que o amor dependia de uma emoção, de um sentimento (gostar). Nós não dominamos nossos sentimentos, podemos, quando muito, controlá-los. E as experiências cotidianas mais marcantes que temos do amor – para com nossos filhos, para com nossos pais, passam pelo gostar, e nos fazem confundir gostar com amar.

Sendo o amor a maior de todas as virtudes, o maior bem legado por Deus a nós, o motivo pelo qual Jesus se entregou para ser imolado, não pode ele depender de um mero sentimento. Ele tem que ser fruto do livre arbítrio que Deus nos concedeu, fruto de nossa vontade, de nosso pensar, para ser modo de nosso agir. Assim, o verdadeiro amor é fruto da razão, permitindo-se temperar pelo sentimento, mas predominantemente guiado pela nossa vontade. Pode, então, ser apresentado, primeiramente, na forma de respeito à dignidade do próximo, seja ele quem for e, quando mais desenvolvido, pela compaixão, a forma preferida de Jesus para manifestá-lo, e pela misericórdia, ato com que constantemente Deus Pai demonstra seu infinito amor para conosco.

É na família que podemos mais rápida e facilmente descobrir este verdadeiro amor. É ela o ambiente propício para que a criança, o jovem e o adulto aprendam e desenvolvam o respeito ao próximo e suas coisas, a solidariedade, a partilha, a ajuda, o perdão, o carinho, a compaixão, a misericórdia, todas estas manifestações concretas do amor. E é assim que o amor a Deus, obrigação primeira de qualquer cristão, traduz-se no amor ao próximo, pois Deus já tem tudo, de nada precisa, e se alegra quando vê a atitude amorosa de um irmão pelo outro.